quinta-feira, 20 de abril de 2017

REFLETINDO A CONTRAMÃO DA VIDA


"Na vereda da retidão há vida e nesse caminho há imortalidade"
(Provérbios 12:28)

Há uma ponte sinuosa e de pouca visibilidade que separa duas eternidades: uma com Deus e outra sem Ele. Para aqueles que se declaram desacreditadores do Criador essa é uma questão claramente resolvida, mas para os que proclamam servi-lo, as diferenças são perigosas e incomuns.
No entanto os destinos se assemelham, tanto para os que não creem quanto para os que creem de forma errônea. Os primeiros porque negam o caminho da salvação e os demais porque o erram.

A salvação não é uma tenda com endereço na esquina. Ela não pode ser localizada por meio de uma placa indicativa e nem consta na lista telefônica.

Salvação é o gosto marcante e consequente do selo da promessa, que abraça sem contagem numérica e sem avaliação dogmática aqueles que passaram vitoriosamente pela única prova que interessa a Deus: o teste da fé que se expressa em sincero amor.

Mas que amor é esse? Porventura seria o "amor" da licenciosidade, da depravação, da pornografia, do homossexualismo, da deslealdade conjugal, da impureza na juventude, da promiscuidade ou do antinaturalismo? Sem sombra de dúvida de que não!

O amor que salva é o mesmo que nos transforma em estágio anterior. Que nos mata para o renascimento, que de semente promissora nos torna imitadores de Cristo.

Por tudo isso, saibamos que viver não é existir, assim como morrer não é expirar.

Vida é tudo aquilo que se experimenta quando se está submetido com plena obediência aos parâmetros da Palavra de Deus. E morte é a contra mão dessa postura.


Que o Senhor nos abençoe em Cristo Jesus!

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